Com apoio do Greenpeace, pesquisadores do Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA) embarcaram em uma expedição científica de 21 dias na Foz do Amazonas para compreender melhor a dinâmica das águas costeiras e mapear possíveis impactos da exploração de petróleo na região.
É nessa bacia, no Amapá, que está o chamado bloco FZA-M-59 (ou bloco 59), onde há interesse da estatal Petrobras. Após observar o movimento de sete equipamentos oceanográficos que emitem sinais de localização, o estudo indica que em um caso de acidente de vazamento de petróleo no local, o óleo poderia se espalhar até a Guiana Francesa, o Suriname e a Guiana.
Para o Greenpeace, os resultados preocupam e ameaçam os manguezais amazônicos, que formam o maior cinturão do ecossistema no mundo. Além disso, um vazamento de óleo que atravessa as fronteiras do país pode representar um problema diplomático.
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Reportagem – Alice Martins Morais
Imagens – Matheus Melo e Greenpeace Brasil
Edição do vídeo: Paulo Guardado
Edição e revisão ((o))eco: Daniele Bragança
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