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uso sustentável da floresta do estado entra em debate

uso sustentável da floresta do estado entra em debate

Árvore na Floresta Nacional do Amapá. Foto: Rafael Aleixo.

Uma série de audiências públicas no Amapá que aconteceram do dia 12 a 15 de agosto, debateu um projeto de concessão de áreas florestais. A proposta prevê o uso sustentável da floresta e pode gerar até 2 mil empregos diretos em cinco municípios, são eles:

  • Porto Grande;
  • Oiapoque;
  • Tartarugalzinho;
  • Ferreira Gomes;
  • Pedra Branca do Amapari.

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Floresta Nacional do Amapá — Foto: Rafael Aleixo/g1

O projeto abrange 607 mil hectares de floresta, divididos em 11 Unidades de Manejo Florestal (UMFs). A proposta busca equilibrar indicadores sociais e econômicos por meio do manejo sustentável, com geração de renda e preservação ambiental.

Os documentos técnicos do projeto podem ser consultados no site de Sema, além de detalhes como o inventário florestal e a descrição das áreas de manejo.

Empresas, pesquisadores, povos tradicionais e demais interessados podem enviar sugestões até 25 de agosto, por meio de formulário eletrônico.

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Flona do Amapá: Foto: INCT/Divulgacão

A primeira audiência foi realizada na Assembleia Legislativa do Amapá, em Macapá. O evento contou com a participação de representantes da sociedade civil, setor público e iniciativa privada. A ação é coordenada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema).

Marcos Almeida, diretor de Desenvolvimento Ambiental da Sema, destacou o impacto econômico do projeto.

“Para cada vaga direta, estimamos mais duas indiretas. Além disso, a arrecadação anual deve ultrapassar R$ 30 milhões para o Estado, valor que será distribuído com os municípios onde as áreas estão localizadas. Esta é uma política de desenvolvimento econômico e social que une proteção das florestas com geração de renda para o nosso povo”, disse o diretor.

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Unidade de conservação do AP. Foto: Divulgação

O projeto é resultado de uma parceria entre o Governo e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os contratos terão duração de 30 anos, período em que as empresas deverão seguir práticas sustentáveis, aliando conservação ambiental à geração de emprego e renda.

*O conteúdo foi originalmente publicado no g1 e escrito por Isadora Pereira.

As informações apresentadas neste post foram reproduzidas do Portal Amazônia e são de total responsabilidade do autor.
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