Última semana de saques do auxílio emergencial começa nesta terça-feira (16)

Última semana de saques do auxílio emergencial começa nesta terça-feira (16)
Por Brasil de Fato

Nesta semana, entre os dias 16 e 19 de novembro, os trabalhadores nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro, inscritos no auxílio emergencial por meio do site ou aplicativo da Caixa Econômica Federal (CEF) ou inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) podem sacar a sétima e última parcela do benefício.

Como sacar?

A liberação do dinheiro é feita em duas etapas. Na primeira, é necessário acessar o aplicativo “Caixa Tem” e selecionar as opções “Saque sem cartão” e “Gerar código de saque”. Depois, com o código em mãos, o beneficiário tem até uma hora para fazer a retirada do dinheiro em lotéricas ou agências da Caixa. O saque é liberado de acordo com o mês de aniversário da pessoa inscrita.

Até então, o dinheiro apenas podia ser movimentado apenas digitalmente, permitindo o pagamento de contas com o aplicativo Caixa Tem e compras com o cartão virtual. 

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Auxílio Brasil  

O pagamento do Auxílio Brasil começará a ser feito nesta quarta-feira (17), conforme calendário divulgado pela Caixa Econômica Federal. O pagamento será realizado com base no dígito final do Número de Inscrição Social (NIS). Nesta quarta, recebem os beneficiários com número final 1; na quinta-feira (18), número 2; até o dia 30 de novembro, com o número final 0.

Cerca de 17 milhões de famílias receberão um valor médio de R$ 217,18 neste mês. Para ter acesso ao benefício, a família pode ter uma renda per capita de até R$ 100, consideradas em situação de extrema pobreza, e até R$ 200, consideradas em condição de pobreza.

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A criação do Auxílio Brasil derruba o Bolsa Família, que completou 18 anos no último dia 20 de outubro. A proposta de alteração no programa de transferência de renda foi encaminhada pelo presidente Jair Bolsonaro ao Congresso Nacional, em agosto deste ano, por meio da Medida Provisória (MP) 1061/2021.

Bolsa Família

O Bolsa Família é um programa popular, citado em artigos e manifestos, não apenas por seu impacto em diversas esferas da sociedade brasileira ao longo dos anos, mas também pelo fato de estar sendo aniquilado pelo governo Bolsonaro. A mudança, entretanto, pode diminuir a quantidade de beneficiários. Uma reportagem do Estadão, com dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), mostrou que cerca de 5,4 milhões de beneficiários podem ter uma redução no valor do benefício.

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