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Pesquisa revela hostilidade sofrida por adolescentes transgêneros na escola

Pesquisa revela hostilidade sofrida por adolescentes transgêneros na escola

“Os dados obtidos na pesquisa fortaleceram a percepção de mais de 200 famílias asiladas: o ambiente escolar do Brasil pode ser péssimo para crianças e adolescentes trans”, Tamirys Nunes, da área de proteção e puericultura, enfatizou que jovem e família LGBTI + e coordenadora da pesquisa.

Eles foram expulsos do ambiente escolar. ”Tamirys observou que ela é uma ativista pelos direitos das crianças transgênero, a mãe de crianças transgênero e autora do livro” Minha Criança Transgênero: Uma Mãe Encontra o Amor Sem Gênero “.

Os textos explica que a terapia hormonal no Brasil só é permitida a partir dos 16 anos, e a cirurgia de confirmação do sexo só é permitida a partir dos 18 anos.

A terapia de bloqueio na adolescência, com o objetivo de prevenir o desenvolvimento das características de gênero (pêlos faciais e espessamento da voz de meninas transexuais, desenvolvimento de mamas e menstruação de meninos transexuais), só é realizada em ambulatórios especiais do SUS (Sistema Único de Saúde), e nas pesquisas seguintes é executado O plano é rigorosamente monitorado por uma equipe multidisciplinar.

A pesquisa foi realizada pela Coordenação Nacional da organização não governamental Grupo Dignidade, Grupo Dignidade, que protege e cuida de crianças, adolescentes e famílias LGBTI + (lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros e travestis, intersex, etc.). Por mais de 30 anos, está empenhada em promover os direitos das pessoas LGBTI +.

“Somente por meio da ciência e com tais trabalhos podemos saber a verdade, o que nos libertará dos preconceitos enfadonhos e muitas vezes discriminatórios de crianças e adolescentes trans”, disse ele.

“Os resultados da pesquisa confirmam nossos 30 anos de ativismo e ativismo LGBTI +. Na descrição da realidade de vida e experiência, mostrou inaceitabilidade, bullying escolar e isolamento social que é diferente das expectativas tradicionais.”

Claudia Velasquez, diretora e representante da filial brasileira do UNAIDS, destacou a relevância desta pesquisa para determinar como o estigma e a discriminação afetam diretamente crianças e adolescentes transgêneros em um momento fundamental de sua formação.

É muito importante que os profissionais da educação e as equipes de gestão escolar entendam essa pesquisa, reflitam sobre os dados fornecidos e busquem implementar políticas de combate a qualquer tipo de discriminação e estigma das crianças e jovens trans pelos quais são responsáveis ​​”, enfatizou.

Nossa expectativa é que com esses dados possamos contribuir para o desenvolvimento de planos e políticas, tornar as escolas mais inclusivas e ajudar a eliminar o preconceito e a discriminação ”, disse Marlova Jovchelovitch Noleto, diretora e representante da UNESCO no Brasil.

Cooperar com profissionais das áreas de educação, psiquiatria, psicologia, direito e pediatria, que analisam os resultados da pesquisa e propõem ações de combate à discriminação contra pessoas trans no ambiente escolar;

Garantir que instalações como banheiros e vestiários sejam utilizados de acordo com o gênero dos alunos, contratar profissionais do público LGBTI + para garantir diversidade e representatividade na organização, entre outras providências.

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