Com uma bagagem recheada de histórias acumuladas em quase seis décadas de experiência na cobertura da Amazônia, o jornalista Lúcio Flávio Pinto convida leitores a conhecerem os bastidores do seu trabalho e sua vida no livro “Como me tornei um Amazônida: Memórias de um jornalista investigativo na maior floresta tropical do planeta”. A obra, recém-lançada, apresenta ao leitor personagens e algumas das investigações conduzidas pelo repórter paraense, assim como as transformações da região amazônica, testemunhadas de perto por Lúcio Flávio.
A publicação, disponível em formato E-book, também compartilha reflexões sobre os desafios do jornalismo num contexto marcado por conflitos socioambientais. Dividido em 35 capítulos, o livro é um convite para mergulhar no dia a dia de um repórter e como ele se transforma de mero observador a um defensor da Amazônia.
Jornalista profissional desde 1966, Lúcio Flávio Pinto passou pela redação de grandes veículos como O Estado de S. Paulo, onde foi repórter por 18 anos. Em 1988, deixou a grande imprensa para se dedicar ao Jornal Pessoal, iniciativa própria que conduziu de forma independente em Belém até 2019. Ao longo de sua carreira, já publicou 21 livros individuais, todos sobre a Amazônia.
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