Editorial | Em 2 dias, Lula fez mais pelo País do que os governos de Temer e Bolsonaro

Editorial | Em 2 dias, Lula fez mais pelo País do que os governos de Temer e Bolsonaro
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Em apenas 2 dias de gestão, o novo governo Lula já fez mais pelo Brasil do que os dois governos anteriores – o do golpe de 2016, liderado por Michel Temer (MDB), e o de Jair Bolsonaro (PL).

No primeiro dia, uma série de medidas adotadas pelo presidente Lula materializou o chamado “revogaço”. A revogação dos atos antiéticos, autoritários e imorais do ex-presidente Jair Bolsonaro contra o Brasil era uma das mais importantes promessas de campanha esperadas pelo eleitorado que votou na candidatura da Federação Brasil da Esperança.

Desde que se cogitou o nome de Luiz Inácio Lula da Silva para ser presidente do Brasil novamente, o metalúrgico, que já foi Presidente da República duas vezes, disse que só enfrentaria esta terceira empreitada se fosse para “reconstruir” o País destruído pelo governo Bolsonaro.

Desde então, como bem recorda o ministro da Justiça, Flávio Dino, Lula deu a tônica a sua campanha: reconstrução do Brasil para os brasileiros e brasileiras. Para concretizar esse projeto, já no primeiro dia de trabalho, Lula pôs a sua principal promessa de campanha em prática: assinou 52 decretos e quatro medidas provisórias em 48 horas.

Com isso, ele se tornou o presidente a baixar o maior número de medidas no início do governo. Além do chamado “revogaço”, ele demitiu uma leva grande de bolsonaristas dos cargos-chave, como o agora ex-assessor especial de Assuntos Internacionais da Presidência Felipe Martins.

O recorde anterior de medidas era de Fernando Collor de Mello, que assinou 28 decretos e medidas provisórias ao assumir o governo, em 1990, incluindo um plano econômico que confiscou a poupança e as contas correntes e tornava o Brasil à condição de colônia dos países imperialistas.

Ao contrário de Collor de Mello, Lula assinou medidas e decretos que revogam todas as ações dos governos Jair Bolsonaro e Michel Temer cujo objetivo era tão-somente seqüestrar o Estado nacional, transformando-o em uma commodity de mercado, e usurpar seu Orçamento público e riquezas naturais para dar lucro a empresários, banqueiros e rentistas nacionais e estrangeiros.

Lula suspendeu as ações de Temer e de Bolsonaro que deturparam a função do Estado e esmagaram a soberania do País. O Jornal Brasil Popular se sente à vontade para falar sobre isso porque fez parte dessa campanha árdua e diuturna em defesa da soberania do Brasil e de um terceiro governo Luiz Inácio Lula da Silva, único projeto com condições de retomar direitos e políticas públicas inclusivas e de combate às desigualdades e capaz de assegurar o desenvolvimento do País.

Isso sem contar que é um governo que resgata a democracia que venceu as eleições de 2022 e teria vencido, em 2018, se não tivesse havido a fraude eleitoral denominada Operação Lava Jato. Outras iniciativas do governo Lula logo nas primeiras horas de governo é o fim do famoso “cercadinho” na frente do Palácio da Alvorada, criado, historicamente, pelos jornalistas setorizados na cobertura da Presidência da República, e sequestrado e deturpado pelos bolsonaristas.

Uma das primeiras atitudes do novo governo Lula foi a de derrubar o famoso cercadinho e de acabar com os tais “acampamentos” golpistas em frente aos quartéis brasileiros, pertencentes às Forças Armadas nacionais.

Nós, do Jornal Brasil Popular, saudamos esta vitória, o retorno do governo Lula e suas ações. Para nós, Lula caminha no rumo certo: o de reconstruir o Brasil. Esperamos que continue aprofundando as medidas que resgatam a soberania nacional e devolvam ao povo o País riquíssimo que temos para viver. Gostamos de saber e de dizer que também fizemos nossa parte e continuaremos a atuar para garantir o governo Lula, o Estado democrático de direito e de bem-estar social e a defesa, intransigente, da soberania nacional.

Continuaremos a fazer o bom jornalismo que fiscaliza os Poderes, combate a desinformação e defende, incondicionalmente, a soberania, o desenvolvimento e o crescimento do Brasil para o seu povo e não para um grupo de rapinas liberais que anda por aí a destruir países, a devastar o meio ambiente, a usurpar riquezas, a escravizar populações, a sacrificar os povos para se empanturrarem de dinheiro e lucro sem trabalhar à custa do sacrifício e morte de muita gente.

Apoiamos o presidente Lula nas ações que visam a “desbolsonarizar” o Estado e sua Administração Pública. Ao adotar os atos relatados, Lula abriu a temporada 2023 de reconstrução nacional. Atentos e fortes, estaremos à disposição para contribuir com a histórica empreitada que o terceiro governo anuncia.

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