APOLOGIA DA MORTE

APOLOGIA DA MORTE

Bolsonaro defende apologistas do Führer e calunia quem libertou a Humanidade

Bolsonaro, que defendeu abertamente que 20 a 30 mil opositores fossem assassinados no Brasil na década de 70, que elegeu um torturador como seu ídolo, que tentou implantar uma ditadura e que impôs a tese genocida da imunidade de rebanho, responsável pela morte de centenas de milhares de pessoas pela Covid no Brasil, tem que pensar muito antes de falar dos comunistas.

O que fazem essas vozes vindas de porões e de esgotos da sociedade, e estimuladas por gente como Bolsonaro, Olavo de Carvalho e outros asnos, é tentar, sem sucesso, anistiar os crimes de Hitler. Eles querem esconder das novas gerações que milhões de pessoas foram assassinadas barbaramente, da forma mais cruel e covarde possível, em nome da suposta supremacia ariana. Como Bolsonaro é um capacho, ele é defensor da superioridade, mas não de uma “raça ariana” brasileira, mas sim a superioridade dos supremacistas brancos americanos, os fascistas seguidores de seu guru, Donald Trump.

Um garoto de 16 anos só pode se tornar um assassino em meio a uma cultura de ódio. A cultura na qual o ódio é um valor.

A cultura em que as armas, como poderosos instrumentos de ódio prático, são tratadas como banais, como brinquedos.

A lógica do assassinato – que parece não ter lógica nenhuma – é a racionalidade do fascismo do qual o nazismo é a expressão mais cruenta.

A apologia da morte que fez história no fascismo europeu segue no Brasil onde pululam células e grupos fascistas e nazifascistas. Jovens estão sendo aliciados por agentes do ódio que encontram solo fértil para avançar com seu projeto de matança em massa.

O Brasil está de luto porque o império da morte avança com a irresponsabilidade de instituições que devem coibir e punir os aliciadores de menores. Os agitadores fascistas e todos os que incitam a violência são responsáveis.

A cultura do ódio se beneficia da cultura da irresponsabilidade.

Só um projeto envolvendo educação, cultura e meios de comunicação para a paz e a não violência podem construir um futuro em que a catástrofe que a cidade de Aracruz acaba de viver não se repita.

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