Amazônia Real participa do Festival 3i de Jornalismo

Amazônia Real participa do Festival 3i de Jornalismo
Por Amazonia Real

Debates e entrevistas ocorrerão entre 15 e 25 de março e contarão com as presenças das fundadoras da agência, Elaíze Farias e Kátia Brasil, e dos colaboradores Leanderson Lima e Maria Fernanda Ribeiro. (Foto: Thatiana Cordeiro/Agência UVA/2019)


São Paulo (SP) – O Festival 3i – Jornalismo Inovador, Inspirador e Independente, que neste ano realizará uma edição virtual e gratuita entre 15 e 25 de março, contará com a participação de quatro jornalistas da Amazônia Real. As editoras Elaíze Farias e Kátia Brasil, fundadoras da agência, e os repórteres Leanderson Lima e Maria Fernanda Ribeiro participam como convidados ou entrevistadores de algumas das sessões. 

O festival reúne nomes importantes do jornalismo nacional e internacional para  debater o futuro da profissão. Cinco temas pautam as mesas, oficinas, entrevistas e os painéis: democracia, diversidade, distribuição, empreendedorismo e meio ambiente. 

Kátia Brasil é uma das convidadas da mesa “Produções jornalísticas em rede: como articular grandes coberturas”, no dia 20, às 16h (horário de Brasília). A colaboração entre redações estará no centro do debate, que terá, além da fundadora da Amazônia Real, as presenças de Joana Suarez, gerente de jornalismo da revista AzMina; Maria Teresa Ronderos, diretora do Centro Latinoamericano de Investigación Periodística (Clip), na Colômbia; e Alexandre De Santi, jornalista do Intercept Brasil.

Elaíze Farias será uma das entrevistadoras de Ailton Krenak no dia 22, às 19h (horário de Brasília), com o tema “Ecologia do desastre”. Ailton Krenak é líder indígena, jornalista, escritor e ambientalista. Durante a pandemia ele lançou dois livros de sucesso, A vida não é útil e Ideias para adiar o fim do mundo (ambos pela Companhia das Letras) A entrevista tratará da cobertura que a imprensa faz das questões indígena, ambiental e crise climática. A jornalista, roteirista e curadora Renata Machado Tupinambá, do projeto Originárias, será a outra entrevistadora. 

Aílton Krenak durante lançamento de seu livro no Largo São Sebastião, em Manaus. (Foto: Alberto César Araújo/Amazônia Real)

A mesa de abertura, no dia 15, às 17h (horário de Brasília), terá a presença do jornalista americano Jon Lee Anderson, escritor e um dos mais importantes colaboradores da revista New Yorker. Ele e Natalia Viana, cofundadora da Agência Pública e presidente da  Associação de Jornalismo Digital (Ajor), vão falar sobre o jornalismo que surge no caos. 

Criado em 2017, o Festival 3i chega este ano a sua 3ª edição. Realizado pela primeira vez pela Ajor, o evento conta com o apoio da Climate and Land Use Alliance (Clua), da Fundação Tide Setubal e da Luminate. Além disso, tem o patrocínio da Google News Initiative e da Meta, empresas de tecnologia que terão conteúdos e oficinas exclusivas durante o festival. 

Mais participações

Leanderson Lima, jornalista da Amazônia Real (Foto: Acervo pessoal)

O repórter Leanderson Lima será um dos participantes do painel “Ciência para todos: cobrindo pesquisas e pandemias de forma inclusiva”, no primeiro, nesta terça-feira (15), às 19h (horário de Brasília). O encontro promoverá uma reflexão sobre a importância do jornalismo para a disseminação de conteúdos sobre a pandemia. Os outros participantes serão Vagner de Alencar, da Agência Plural; Regiany Silva de Freitas, do Nós, Mulheres da Periferia; Natália Flores, da Agência Bori; Elena Wesley, do Data_Labe; e Lucas Maia, da Agência Tatu. 

Maria Fernanda Ribeiro e Ana Magalhães, coordenadora de jornalismo da Repórter Brasil, vão entrevistar Eliane Brum no dia 17, às 17h (horário de Brasília). Uma das mais premiadas jornalistas do Brasil, Eliane Brum falará sobre livros-reportagem (nuances de pautas, mercado editorial e jornalismo independente) e sobre o recém-lançado livro “Banzeiro òkòtó, uma viagem à Amazônia Centro do Mundo”.

Este ano, uma das novidades será a ampliação da inclusão das pessoas com deficiência. Todas as mesas, diálogos e painéis contarão com intérpretes de Libras, a língua brasileira de sinais. Os convidados receberam também um treinamento para adaptar as apresentações a um formato mais inclusivo. 

Segundo Géssika Costa, coordenadora de projetos da Ajor, a diversidade é central na edição do festival em 2022. “Nós nos apoiamos na construção de um festival que valoriza as coberturas feitas nos diversos territórios brasileiros, e pelos diversos grupos que representam e refletem a pluralidade do nosso país”, diz. Para ela, estão no DNA do festival os atos de discutir, valorizar e abrir caminhos para as potências brasileiras.

Festival 3i na edição de 2019 (Foto: Projeto Colabora/Divulgação)

 

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