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Nova espécie de mariposa homenageia o Papa Leão XIV

Nova espécie de mariposa homenageia o Papa Leão XIV

A nova espécie de mariposa foi batizada de Pyralis papaleonei, a “mariposa Papa Leão”. Foto: Agência Andina/Editora Perú

Um grupo de cientistas europeus batizou uma nova espécie de mariposa de Pyralis papaleonei, ou “mariposa Papa Leão“, em homenagem ao chefe da Igreja Católica que completou recentemente um ano como Sumo Pontífice.

Saiba mais: HABEMUS PAPAM: Robert Francis Prevost, o Papa Leão XIV, é cidadão do Peru

“A nova espécie é dedicada ao líder da Igreja Católica, o Papa Leão XIV . O pontífice é um defensor ferrenho da proteção climática e ambiental, e esperamos que sua voz sirva de exemplo para a humanidade”, escreveram os autores Peter Huemer, Lauri Kaila e Andreas H. Segerer em um artigo científico sobre a espécie.  

A informação foi destacada pela agência de notícias ACI Prensa, que acrescentou que, na revista científica Nota Lepidopterologica, entomologistas observaram que a espécie foi descoberta na ilha mediterrânea de Creta. Trata-se de uma espécie de porte médio, com envergadura de aproximadamente 2 centímetros, manchas douradas e faixas brancas proeminentes.

“Além disso, devido à sua coloração e aparência geral distintas, a nova espécie pertence a um grupo de Pyralidae cujos nomes se referem a altas posições seculares ou eclesiásticas, incluindo Pyralis regalis, Pyralis imperialis, Pyralis princeps e Pyralis cardinalis”, explicaram.

Foto: Agência Andina/Editora Perú

Nomes de mariposas vão além do Papa

Segundo um comunicado do Tiroler Landesmuseum Ferdinandeum — o Museu Estadual do Tirol, localizado em Innsbruck, Áustria — as borboletas e mariposas frequentemente recebem nomes inspirados em suas características externas, localizações geográficas ou em homenagem a pessoas ilustres.

No entanto, uma tradição diferente surgiu dentro do gênero Pyralis. Já em 1775, os naturalistas e jesuítas austríacos Michael Denis e Ignaz Schiffermüller descreveram a primeira espécie do grupo como Pyralis regalis (“real”), devido à sua coloração.

Isso posteriormente deu origem a nomes semelhantes, como Pyralis princeps e Pyralis cardinalis, pertencentes à superfamília Pyraloidea, que inclui cerca de 16.000 espécies descritas em todo o mundo.

Segundo Huemer, chefe de estudos do Museu Estadual do Tirol, o processo de nomear espécies é mais do que um ato científico: é também um gesto simbólico. No caso da mariposa Papa Leão, representa um apelo ao líder da Igreja Católica para que enfatize a responsabilidade fundamental da humanidade na preservação da criação.

“Estamos enfrentando uma crise global de biodiversidade e, no entanto, apenas uma fração das espécies do mundo foi documentada cientificamente. A conservação eficaz da biodiversidade exige, antes de tudo, que as espécies sejam reconhecidas, descritas e nomeadas”, afirmou Huemer.

*Com informações da Agência Andina

As informações apresentadas neste post foram reproduzidas do Portal Amazônia e são de total responsabilidade do autor.
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